Visita De Estudo Ao Mosteiro Da Batalha

Visita De Estudo Ao Mosteiro Da Batalha

Foi no dia 15 de dezembro, que os alunos do 10º, 11º e 12º anos da área de Línguas e Humanidades tiveram a sua primeira visita de estudo pós pandemia, no âmbito da disciplina de História A.

Os alunos do colégio e os respetivos educadores deram a partida da escola pelas 8 horas, numa viagem que durou cerca de 2 horas. O monumento a ser visitado foi o Mosteiro da Batalha, um dos monumentos mais valorizados de Portugal, que resultou de uma promessa feita pelo rei D. João I ao povo português, como agradecimento pela vitória na Batalha de Aljubarrota. Como a construção desta obra durou 150 anos, conseguimos encontrar os mais diversos estilos arquitetónicos, predominando a arte gótica manuelina e alguns apontamentos renascentistas. este monumento faz parte, desde 1983, da Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO. Os alunos, ao longo da visita, foram acompanhados por três atores do Grupo Teatral Nariz, que os cativaram de tal maneira que o final da visita e a respetiva hora de almoço chegaram e eles nem deram conta!

Da parte da tarde, foi visitado o CIBA (Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota), situado no campo militar de São Jorge onde, a 14 de agosto de 1385, portugueses e castelhanos tiveram “uma das mais importantes batalhas de Portugal”. Sob o comando de Nuno Álvares Pereira e D.João I (mestre de Avis), os lusitanos saíram vitoriosos e esta batalha veio afirmar o reino de Portugal como Reino Independente e assinalar uma nova época de progressos: os Descobrimentos. Os alunos foram acompanhados neste terreno por uma guia do CIBA e, no interior do museu, visualizaram a batalha em si, através de documentos e de “marcas de guerra” e de um vídeo narrado por Fernão Lopes.

Infelizmente, tudo o que é bom acaba, e os alunos chegaram “a casa” por volta das 17:45 horas, ainda muito animados com tudo o que visitaram. Esta visita teve como principal objetivo dar a entender aos alunos a importância da Dinastia de Avis, não só a nível nacional para recuperar a esperança lusitana, como também a nível internacional, pelo que abriu “as portas do mundo” a todos os países do globo.

Maria Pereira Guimarães – 12ºA

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